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Soft SoluçõesAutomação comercial desde 1999

Supermercado e mercadinho: os erros que mais custam e como evitar

Em mercado, um pequeno erro se repete centenas de vezes por dia. Listamos os mais comuns e mostramos como o sistema da Soft Soluções ajuda a eliminar cada um.

  • Caixa ágil
  • Balança integrada
  • NFC-e com contingência
  • Backup em nuvem
Em resumo

O sistema da Soft Soluções para supermercados e mercadinhos tem frente de caixa rápida com NFC-e e contingência, cartão pelo TEF e PIX, leitura de etiquetas de balança e envio de preços para balanças compatíveis, entrada de notas pelo XML, estoque com baixa automática e inventário, controle de caixa por operador e backup em nuvem. Atende de um único caixa a vários, com suporte remoto 24 horas.

No mercado
Desde 1999
Empresas atendidas
Mais de 2.500
Suporte
Remoto, 24 horas
Contrato
Sem fidelidade

Margem curta não perdoa erro repetido

Supermercado trabalha com volume alto e margem apertada. Um centavo errado no quilo, uma quantidade trocada na nota ou uma sangria sem registro parecem detalhes, mas se multiplicam no mês.

Os erros abaixo aparecem com frequência em mercados de todos os tamanhos, do mercadinho de bairro ao supermercado com vários caixas. Quase todos têm solução direta no sistema.

Seis erros comuns e como o sistema resolve

Para cada problema, o recurso que evita que ele volte a acontecer.

1

Caixa lento no horário de pico

Atalhos de teclado, leitura por código de barras, quantidade multiplicada e busca por nome. O cliente pode ainda dividir o pagamento em mais de uma forma na mesma venda.

2

Preço diferente na balança e no caixa

O preço é alterado num só cadastro e pode ser enviado às balanças compatíveis. O caixa lê a etiqueta com peso ou preço embutido no código.

3

Nota de fornecedor digitada à mão

A nota entra pelo XML, com quantidade e custo atualizados e os itens ligados aos produtos já cadastrados.

4

Estoque que não bate com o depósito

Cada venda desconta o estoque sozinha, há estoque mínimo por produto, inventário por setor e relatório de divergência.

5

Diferença no caixa sem explicação

Cada operador abre e fecha o próprio caixa, sangrias e suprimentos ficam lançados e cancelar item exige senha do fiscal.

6

Perder dados quando o servidor falha

Os dados da loja são copiados automaticamente para a nuvem, para que um defeito no computador não leve junto o histórico da loja.

Por onde começar conforme o tamanho do mercado

O sistema é o mesmo em todos os casos. A diferença está no que ativamos primeiro.

PorteSituação mais comumPrimeiro foco da implantação
Mercadinho com um caixaDono no balcão e clientes antigos comprando fiadoComeçar pelo caixa com NFC-e e PIX, pela conta dos clientes e pelo fechamento diário
Mercado com dois a quatro caixasEquipe revezando no caixa e setor de carnes ou frios com balançaCaixa por operador, integração com balança, XML e cartão pelo TEF
Supermercado com cinco caixas ou maisVários setores, promoções e muitas notas de compraVelocidade dos caixas, estoque por setor e inventário periódico

O caminho da mercadoria dentro do sistema

Quando cada etapa é registrada, os erros deixam de se acumular.

  1. Recebimento

    O XML da nota do fornecedor alimenta o estoque, sem digitação.

  2. Preço

    Com o custo atualizado na tela, você define o preço de venda, que já passa a valer no caixa.

  3. Balança

    Os produtos pesáveis podem ser enviados às balanças compatíveis.

  4. Venda

    O cliente escolhe como pagar, a nota do consumidor sai na hora e a quantidade vendida deixa o estoque automaticamente.

  5. Conferência

    No fim do turno, cada operador encerra o caixa e o relatório separa os valores por forma de pagamento.

Equipamentos para rodar sem sustos

Antes de sugerir compras, olhamos o que a loja já tem e pode continuar usando.

  • Um computador por caixa, sem necessidade de modelo de última geração
  • Gaveta de dinheiro, leitor de código de barras e impressora térmica
  • Certificado digital e credenciamento da NFC-e na Sefaz
  • Pinpad, para receber cartão pelo TEF
  • Boa conexão de internet e, se possível, um segundo link de reserva

Perguntas frequentes

O que acontece com as vendas se a internet cair?

O caixa segue vendendo. A Sefaz prevê a contingência da NFC-e: a nota é gerada normalmente e enviada assim que a internet voltar. Cartão pelo TEF e PIX, por outro lado, precisam de conexão, e é por isso que sugerimos um segundo acesso, como um chip 4G, para não perder vendas nessas horas.

Minha balança do açougue imprime etiqueta. O caixa consegue ler?

Consegue. O caixa lê o código de barras da etiqueta, que traz o peso ou o preço embutido, e registra o item corretamente. Também é possível usar a balança no próprio caixa. Para evitar redigitar preços, a lista de produtos pode ser enviada às balanças compatíveis. Na demonstração confirmamos o modelo que você usa.

Como evitar que um operador cancele itens sem autorização?

Para cancelar um item, o sistema pede a senha do fiscal de caixa. Cada operador também tem o próprio turno, com sangrias e suprimentos lançados. No fechamento, o relatório por forma de pagamento mostra onde está qualquer diferença e em qual turno ela aconteceu.

Um mercadinho com um caixa só precisa de tudo isso?

Não precisa usar tudo de uma vez. O sistema é o mesmo, mas a implantação num mercadinho começa pelo básico: vender com NFC-e, receber no PIX, controlar a conta dos clientes e fechar o dia. Com menos cadastros e usuários, o processo costuma ser mais rápido. Outros recursos podem ser ativados depois, conforme a loja crescer.

Posso trazer os produtos do sistema que uso hoje?

Na maioria dos casos, sim. Convertemos produtos, clientes e fornecedores sempre que conseguimos acessar a base antiga ou receber os dados exportados. A conversão é orçada à parte, porque o trabalho depende de como o sistema antigo organiza as informações.

Como o sistema é cobrado?

A empresa paga uma adesão no começo, que cobre instalação, configuração e treinamento. A mensalidade é pós-paga, pelo mês já utilizado, e não tem fidelidade. De três em três anos, o sistema passa por uma atualização obrigatória de metade da adesão, que mantém o sistema de acordo com a Sefaz e a Receita Federal; sem ela, o sistema expira, para evitar notas emitidas com versão desatualizada. Quem cancela e volta paga nova adesão. Conversão de dados é orçada separadamente.

Quer ver esses erros sendo evitados na prática?

Na demonstração, simulamos um dia de caixa com produto pesado, pagamento dividido, sangria e fechamento por operador.